sábado, 26 de março de 2016

Rotulagem de Produtos Alimentícios: a quantidade de sódio em produtos industrializados

Olá pessoal! Hoje iremos falar sobre a quantidade de sódio encontrado nos rótulos dos alimentos industrializados. Vamos aprender um pouco mais sobre esse assunto?! Então, vamos lá!

A importância da rotulagem nutricional dos alimentos para a promoção da alimentação saudável é destacada em grande parte dos estudos e pesquisas que envolvem a área da nutrição e sua relação com estratégias para a redução do risco de doenças crônicas. O uso das informações nutricionais obrigatórias nos rótulos dos alimentos e bebidas embaladas está regulamentado no Brasil desde 2001. 
Colaboradora: Ana Raquel Lima

O sódio deve ser expresso na informação nutricional em miligramas (mg) e, no caso de tal nutriente, a quantidade não significativa por porção está definida como “menor ou igual a 5 mg”. Portanto, caso os valores ofertados sejam menores ou iguais aos estabelecidos como “não significativos”, a informação nutricional poderá ser expressa como “zero” ou “0” ou “não contém”.
Colaboradora: Amabille Sales

Forma
É importante ler e estar atento aos rótulos dos alimentos para evitar os produtos que contenham alto teor de sal ou sódio. Dentre eles:

  • Alimentos industrializados em geral;
  • Enlatados: sardinha, palmito, ervilha, milho verde, molho de tomate;
  • Conservas: picles, azeitonas, cebolinha, cogumelo;
  • Embutidos: salsicha, linguiça, mortadela, salame, presunto;
  • Queijos com sal: prato, provolone, parmesão e outros;
  • Molhos industrializados: maionese, molho de soja (shoyo), catchup, mostarda;
  • Carnes salgadas: bacalhau, carne seca ou defumada;
  • Temperos industrializados (alho e sal), glutamato monossódico, pasta de soja-missô;
  • Sopas prontas e caldos concentrados (carne, frango, legumes);
  • Frituras, produtos de pastelaria, salgadinhos e petiscos que contém sal.
Colaboradora: Micheline Rodrigues


O consumo excessivo de sal e o baixo consumo de vegetais, associado ao sedentarismo, obesidade e consumo exagerado de álcool, são os principais responsáveis por uma doença conhecida como "pressão alta". A importância de conhecer e fazer a leitura correta dos rótulos é necessária para a vida saudável e com qualidade de vida. A dieta moderada mostra benefícios significativos para o controle da pressão arterial, inclusive em pacientes fazendo uso de medicamentos anti-hipertensivos.
Colaborador: Felipe Silva

Diante do que já foi exposto, é imprescindível que as pessoas sigam algumas recomendações que são de grande importância para a qualidade de vida. Dentre elas: 
  • Reduzir a quantidade de sal na elaboração de alimentos para não mais que 2g;
  • Retirar o saleiro da mesa;
  • Restringir o consumo de alimentos industrializados como: molhos prontos, sopas em pó, embutidos, conservas, enlatados, congelados, defumados e salgados de pacote;
  • Dar preferência aos temperos naturais como: limão, ervas, alho, cebola, salsa, cebolinha, em substituição aos similares industrializados.
  • Incluir diariamente frutas, verduras e legumes à alimentação;
  • Manter uma ingestão adequada de cálcio por meio do consumo de leite e derivados, de preferência, desnatados.


FONTE:

(Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Gerência Geral de Alimentos. Rotulagem Nutricional Obrigatória: Manual de Orientação às Indústrias de Alimentos. Brasília, 2005. 2ª versão atualizada, 3 p).

http://www.fmr.edu.br/publicacoes/pub_24.pdf acesso em 19/03/2016

http://vidanutritiva.net/wp/alimentacao-para-hipertensos/ Acesso em 20 de março de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

Propriedades terapêuticas do mel de abelha

Olá pessoal! Hoje iremos falar sobre as propriedades terapêuticas do mel de abelha. Vamos aprender um pouco mais sobre esse assunto?! Então, vamos lá!


O mel, por definição, é um produto natural de abelhas obtido a partir do néctar das flores (mel floral), de secreções de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de partes vivas das plantas (mel de melato). O mel é, em sua maioria, constituído por açúcares (D-frutose e D-glicose, são os mais abundantes). Também é composto por enzimas, ácidos orgânicos e por partículas sólidas. Sua aparência varia de quase incolor a marrom escuro, podendo ser fluido, viscoso ou sólido. As características do mesmo podem também ser influenciadas pelo tempo e solo.
Colaboradora: Ana Raquel Lima

O mel é um produto utilizado em todo o mundo, não só pela sua propriedade adoçante, mas também como promotor de saúde. Os consumidores em geral consideram o mel uma fonte natural de saúde devido às suas qualidades terapêuticas tais como: atividade antimicrobiana, protetor de doenças gastrointestinais, propriedades antioxidantes, propriedades probióticas, além de ser uma boa fonte de energia. No entanto, vale salientar que a composição e as propriedades do mel variam de acordo com a fonte floral.
Colaboradora: Amabille Sales

Historicamente, o mel tem sido usado em inúmeras condições clínicas. Recentes pesquisas têm confirmado sua eficácia no tratamento de doenças gastrointestinais, além de candidíase, doenças orais (faringite e cáries) e doenças oculares como inflamação de pálpebras, catarata e inflamação das córneas.
Colaboradora: Micheline Rodrigues

O Brasil possui um grande potencial apícola, em virtude de sua flora ser bastante diversificada, por sua extensão territorial e pela variabilidade climática existente, permitindo a produção de mel o ano todo, o diferenciando dos demais países que normalmente colhem o mel uma vez por ano. A apicultura tem se sobressaído devido apresentar benefícios sociais, econômicos e ecológicos.
Colaborador: Wescley Maia




C U R I O S I D A D E . . . 

ImagemO mel de Jataí não possui sacarose, é composto por levulose, uma substância mais doce que a sacarose, numa concentração de mais ou menos 45% e de dextrose com uma média de 25%, muita água, por isso é mais fino e liquefeito em relação ao mel de Apis. O mel da jataí é bem mais liquido do que o mel do gênero Apis e é mais rapidamente absorvido quando passado na pele. Seu pH é baixo (ácido). 

Colaborador: Felipe Silva


FONTE: 

ESCOBAR, A. L. S. XAVIER;  F. BLANCHES. Propriedades fitoterápicas do mel de abelhas. Revista UNINGÁ. Maringá – PR. n.37. p. 159-172 jul./set. 2013.

SILVA, R.; MAIA, G.; SOUSA, P.; COSTA, J. Composição e propriedades terapêuticas do mel de abelha. Alimentos e Nutrição Araraquara, América do Norte.  n.1720. v.10 2008. 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMiHwTYxmfvg7IyWAGcxyUuK9IEdhXamcAreYblVsac6NUnjakU0Rlze8PoMB3jSukTCjUKbAv8xdcPtebGJfUw4ZHmQYDV4qQqhLUl_wEc-b3CPUzkCYfD_xVJuAjb_ihKTAvqkYbtcw/s1600/apicultura.jpg Acessado em 23/03/2016

http://clickagora.com/wp-content/uploads/2015/12/Benef%C3%ADcios-do-Mel-na-Sa%C3%BAde.jpg Acessado em 23/03/2016

MIRAGLIO, A. M. M. Honey-health and therapeutic qualities. Disponível em: http://www.nhb.org/techfood. Acesso em: 19 mar. 2016.