domingo, 20 de março de 2016

Tecnologias não Convencionais na Indústria de Alimentos - Vantagens e desvantagens

Olá pessoal! Hoje iremos falar sobre as tecnologias não convencionais na indústria farmacêutica, mais especificamente na alimentícia e traremos suas vantagens e desvantagens. Vamos aprender um pouco mais sobre esse assunto?! Então, vamos lá!

Em virtude da crescente modernização da indústria alimentícia, pode-se observar que os processos não térmicos vêm ganhando notória importância como tecnologia eficiente para substituir ou complementar os tratamentos térmicos tradicionais.
Colaborador: Wescley Maia

A crescente demanda do mercado consumidor por produtos de alta qualidade revela a necessidade da utilização de tecnologias, que propiciem seguridade microbiológica na produção, aumentando sua vida útil, e que ainda proporcionem mínimas alterações na qualidade nutricional e sensorial dos alimentos. Tais tecnologias, diferentemente dos processos tradicionais, visam diminuir as perdas de componentes termossensíveis, responsáveis por estas qualidades sensoriais e nutricionais.
Colaborador: Felipe Silva

Comparados com os processos térmicos, os processos não térmicos oferecem as vantagens de baixa temperatura de processamento, baixa utilização de energia e a retenção de nutrientes e de sabor semelhante ao produto fresco, enquanto elimina esporos de microrganismos e inativa enzimas.
Colaborador: Amabille Sales

Cada vez mais os consumidores procuram, além de fácil preparo, alimentos saborosos e que mantém o valor nutritivo mesmo depois de processados. Apesar do consumo de alimentos multiprocessados ainda ser considerável, o interesse das pessoas por alimentos naturais tem crescido.
Colaboradora: Ana Raquel

Os alimentos minimamente processados surgiram para suprir o desejo dos consumidores por praticidade, mas em contrapartida, tais alimentos têm tempo de prateleira reduzido e menor poder de conservação. Pensando nisso, métodos de conservação não convencionais foram desenvolvidos para minimizar e quem sabe, solucionar tais impasses, prometendo aumentar o tempo de prateleira sem danificar as características físicas, organolépticas e nutricionais dos alimentos.
Colaboradora: Micheline Rodrigues




REFERÊNCIA:

(LEISTNER & GORRIS, 1995; HOOVER, 1997; VEGA-MERCADO.)

Tecnologia de Alimentos: princípios e aplicações. Altanir Jaime Gava. Carlos Alberto Bento da Silva. Jenifer Ribeiro Gava Frias. São Paulo: Nobel, 2008.



http://www.eufic.org/upl/1/default/img/Xray%20inspection(1).jpg Acessado em 20/03/2016

http://tecnologia.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/tecnologia-alimentar-e-embalagens-de-alimentos/tecnologia-alimentar-e-embalagens-de-alimentos-2.jpg Acessado em 20/03/2016

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